ABOUT

Isabella Parkinson é uma atriz alemã-brasileira de teatro, cinema e televisão, residente em Berlim e no Rio de Janeiro.

Depois de estrear nos palcos em 1989 dirigida por Gerald Thomas na peça “Mattogrosso” (Teatro Municipal do Rio de Janeiro, Teatro Municipal de São Paulo) e se formar em Nova York no Lee Strasberg Studio, Isabella se mudou para Berlim para integrar o elenco do teatro Volksbühne (1993-1998), dirigido por Frank Castorf. Castorf é um dos diretores mais influentes das últimas décadas e suas montagens políticas e anárquicas causaram uma revolução no cenário teatral alemão na década de 90.

No teatro protagonizou peças de diretores como Frank Castorf, Andreas Kriegenburg, Stefan Bachmann, Christina Paulhofer, Peter Kastenmüller e Konstanze Lauterbach, atuando em grandes teatros como Schauspielhaus Hannover, Maxim-Gorki Theater Berlim e Volkstheater Rostock, entre outros.

Isabella atuou em mais de 40 filmes para TV e cinema e é membro da Academis de Cinema da Alemanha e da European Film Academy. Ela trabalhou com diretores renomados como Mike Figgis, Lars Kraume, Edward Berger, Christian Schwochow, Rainer Kaufmann, Marc Rothemund, Peter Kahane, Jochen Alexander Freydank, Markus Imboden, Dror Zahavi e Thomas Berger, entre outros. Isabella ganhou o prêmio de melhor atriz no Festival de Monte Carlo em 2001 por sua atuação em “The Wedding Cow” do diretor suíço Tomi Streiff.

Desde 2006 ela voltou a atuar também no Brasil, em teatro, TV e cinema, tendo trabalhado com diretores como Dennis Carvalho, Daniel Rezende, Amora Mautner, Ary Coslov, Cristina Moura e Bruno Garcia, entre outros

Em 2018 ela estreou como autora e diretora com o monólogo “Low Risk – a state of mind”, que ela também protagonizou e produziu. Depois de duas temporadas de sucesso em alemão no teatro Acker Stadt Palast em Berlim (2018+2019), a peça estreou em português no Teatro SESI Rio Vermelho em março de 2020 e seguirá em turnê pela Europa e pelo Brasil em 2021.

Ela trabalha também como tradutora de Alemão-Português de peças contemporâneas. Traduziu para o português a peça “Ladrões” (“Diebe”) da dramaturga alemã Dea Loher para o Instituto Goethe e produziu a leitura cênica da mesma com direção de Fábio Ferreira no Sesc Casa da Gávea no Rio em 2013. Traduziu para o alemão a peça “Trabalhos de amores quase perdidos” (“Fast verlorene Liebesmüh”) de Pedro Brício, lançada em 2019 pela editora Verlag Theater der Zeit e “A porta da frente” (“Die Sirene Nebenan”) de Julia Spadaccini, lançada pela editora Zuckerhut Theaterverlag. Dirigiu a leitura cênica de trechos das peças publicadas no livro “DIALOG – Brasilien” na Embaixada do Brasil em Berlim (2019).

Produziu também a “Momo e o Senhor do Tempo” (Rio de Janeiro + São Paulo). É professora convidada da escola de artes cênicas “DIE ETAGE” em Berlim.